Lá vai Gisele Bündchen, linda e cheia de graça

Rosângela Espinossi
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William Volcov/Brazil Photo Press/Agnews

Rosângela Espinossi

“Existe faculdade para ser Gisele Bündchen?”. A pergunta da internauta @ohannasampaio resume a estupefação de todos ao ver a imagem da top passando pelos mais de 120 metros da passarela dentro de um vestido brilhante, com lantejoulas douradas, feito por Alexandre Herchcovitch, As curvas e a sensualidade da mulher brasileira estavam lá, com elegância e glamour, durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olimpícos do Rio de Janeiro.

Li alguém reclamando que Gisele não representa a mulher brasileira, por ser “ariana” demais. Num país miscigenado como o nosso, nesse momento, falar de raça fica fora de contexto. Gisele é a brasileira mais reconhecida mundo afora, a top mais bem paga do mundo e, sim representa a mulher brasileira, porque somos muitas, de cores e raças diferentes, mas todas brasileiras. Elza, Soares, Ludmilla e Anitta também estavam lá na festa das Olímpiadas 2016

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Sobre o vestido. Modelagem e caimento perfeitos, uma tradução do trabalho e da expertise de Herchcovitch, que demorou quatro meses para preparar o modelo, escutando conselhos da própria top.“Gisele sabe exatamente o que fica bom nela, o que facilitou muito meu trabalho”, disse Herchcovitch ao site da revista Vogue. O modelo envelope, transpassado, é sempre a melhor opção para valorizar a silhueta feminina, aqui potencializada pelo decote e pela fenda enormes.

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“Esta é com certeza a passarela mais longa que eu já andei na minha vida e, de longe, com a maior quantidade de pessoas assistindo, por isso é um pouco estressante”, disse Gisele à revista People. “É um momento muito especial para o meu país e estou honrada pelo convite.” A passarela mais longa e, talvez, o desfile mais visto do mundo. Calcula-se que a audiência foi 3 bilhões de pessoas, que viram essa garota linda e cheia de graça passar e sim, com o “jeito nas ‘cadeira’ que ‘só’ ela sabe dar.”