A Copa do Mundo começa nesta quinta-feira (11). Que tal desvendar os símbolos que marcam presença nas camisas das seleções?

Tem referência a sapo venenoso, inspiração em manuscritos antigos, grafismo no estilo do calendário asteca… Confira detalhes abaixo:
Camisa do Brasil

A famosa camisa canarinho do Brasil tem elementos geométricos inspirados na bandeira brasileira aplicados em toda a extensão do tecido. É da Nike e sai por R$ 449,99 (versão torcedor) e R$ 749,99 (versão jogador).

“A Camisa Brasil Jordan II é tão estilosa quanto intimidadora. Como um sapo venenoso que alerta seus predadores, este uniforme é um aviso às nações de que enfrentam o Brasil por sua conta e risco”, descreveu o site da Nike. Preço: R$ 449,99 (versão torcedor) e R$ 749,99 (versão jogador).
Camisa da Argentina

A atual campeã mundial agora vem com a terceira estrela. Tem as tradicionais linhas verticais num degradê em três tons de azul, que remetem às camisas das três edições da Copa vencidas pela Argentina: 1978, 1986 e 2022. É da Adidas e custa R$ 799,99 (versão jogador) e R$ 399,99 (versão torcedor).
Alemanha

A camisa alemã é inspirada nos uniformes de 1990 e 2014, anos em que o país foi campeã do mundo, e no de 1994, data da última vez em que os Estados Unidos sediaram uma Copa. É da Adidas e custa R$ 799,99 (versão jogador) e R$ 399,99 (versão torcedor).
Camisa da Espanha

“Uma celebração da literatura clássica espanhola, a camisa II da Espanha 26 da adidas se destaca com um padrão intrincado e repetitivo inspirado em manuscritos antigos e páginas de livros desgastados pelo tempo”, informou o site da Adidas. Preço: R$ 799,99 (versão jogador) e R$ 449,99 (versão torcedor).
Camisa do México

A cor verde da camisa mexicana vem com um grafismo inspirado no calendário asteca. É da Adidas e está à venda por R$ 799,99 (versão jogador) e R$ 399,99 (versão torcedor).
Camisa do Haiti
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A camisa do Haiti teve que ser alterada após solicitação da Fifa, que considerou haver “mensagem política”. Isso por conta de uma bandeira e a ilustração da Batalha de Vertières, de 1803, que foi decisiva para a independência do país após conflito com a França. “Diversos conceitos foram desenvolvidos e refinados ao longo de vários meses e submetidos ao processo padrão de aprovação da Fifa. A proposta era uma homenagem aos homens e mulheres que contribuem diariamente para o futuro do Haiti e não tinha a intenção de transmitir uma mensagem política”, disse o comunicado da Saeta, a fornecedora de material esportivo.
